Memória digital torna-se "eterno"

Universidade Berkley (Califórnia) desenvolveu uma nanotecnologia protótipo de sistema de arquivamento com duração ilimitada e sem silício.

A recente descoberta por pesquisadores da UC Berkeley poderia prolongar a u0026 ldquo; u0026 maturidade rdquo; de mídia digital de memória, tornando-prático u0026 ldquo; u0026 rdquo;. eterna Professor Alex Zettl e sua equipe desenvolveram uma memória digital protótipo capaz de superar expectativa de vida média longa (entre 10 e 30 anos) de cartões de memória existentes, atingindo um bilhão de anos e cuja capacidade é igual um TB (terabytes). Tudo sem usar silício.

O experimento criado em laboratórios em Berkeley (Califórnia) tecnologia de microchip não é baseada na tradicional, mas em nanotecnologia. Basicamente, os investigadores construíram uma nanopartícula de ferro em um nanotubo de carbono: na presença de um sinal eléctrico, de nanopart culas pode ser controlado e movida com extrema precisão no interior do nanotubo, cujas extremidades u0026 ndash; electrozi- é presa ao segundo símbolo (0 e 1) do código binário. Isso cria um sistema de memória programável que permite a gravação de informação digital e reprodução através da tecnologia de hardware convencional.

Fonte: Corriere della Sera

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