O que você deve comer, se você sofre de asma para se sentir melhor?

Uma dieta rica em fibras pode reduzir a inflamação nos pulmões, o que aliviaria os sintomas da asma, diz um novo estudo em ratos, informa bbc.co.uk.

Os testes realizados em ratinhos demonstraram que uma dieta rica em fibras pode reduzir a inflamação nos pulmões, de acordo com o estudo publicado em Nature Medicine.

Os pesquisadores disseram que a mudança para alimentos processados ​​pode explicar o número crescente de pessoas que desenvolvem asma.

As vias aéreas são mais susceptíveis à irritação e mais propenso a inflamação em pessoas com asma. Assim, há um estreitamento das vias aéreas e o ar torna-se mais difícil de respirar.

Portanto, o intestino pode ser uma solução possível, com as bactérias que existem lá, acreditam os pesquisadores.

O número de células no corpo humano é ultrapassada pelo número - de triliões - micróbios. Há crescente evidência de que essas bactérias têm um impacto significativo na saúde.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Lausanne, na Suíça, tem mostrado que dietas ricas em fibra muda os tipos de bactérias que vivem no intestino de ratos.

As bactérias que podem ser em fibras solúveis, aqueles encontrados em frutos e vegetais, contribui para a formação de ácidos gordos, que são absorvidos para a corrente sanguínea.

Os cientistas dito que estes ácidos gordos actuam como sinais para o sistema imunitário de modo a que os pulmões são mais resistentes a irritação.

Por outro lado, dietas pobres em fibra, os ratinhos tornaram-se mais vulneráveis ​​a desenvolver a asma.

Este estudo sugere que a transição a partir de uma dieta rica em fibras a uma rica em alimentos processados ​​poderia provocar o desenvolvimento de sintomas de asma.

"Nas últimas décadas, tem havido um aumento da incidência de asma alérgica em países desenvolvidos, coincidindo com mudanças na dieta, incluindo a redução da ingestão de fibra", dizem os pesquisadores.

Os cientistas dizem que há uma possibilidade de que o princípio de trabalhar em seres humanos, mas são necessárias mais pesquisas sobre o assunto.

Fonte: Mediafax, BBC News

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